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quinta-feira, 1 de dezembro de 2016

FLORES


                                                       








VINHO DA ILHA DE PORTO SANTO


O Vinho de Porto Santo no meu tempo de criança,quase todas as pessoas tinham o se bocadinho de vinha para ter um pouquinho de uvas para vender e fazer o seu vinho ,muitos para guardar para o Natal.Era um prazer ver as vinhas à beira mar todas verdes,e também quem ia para a fonte da Areia.Porto Santo até Agosto mantinha uma cor verde,e depois com a vindima feita se tornava de uma cor acastanhada.Havia duas qualidades de vinho e penso haver,o doce e o seco com 17 graus .O doce é um vinho que eu adoro muito ,e tem um segredo quanto mais se bebe,mais apetece.Muito desse vinho era vendido para a Madeira para quem o comprava juntar ao vinho da ilha e fazer um bom vinho .Madeira.Com o evoluir dos tempos foram desaparecendo algumas  vinhas  com a desculpa de não haver água ,outros que até não queriam vender suas vinhas e os obrigaram,com tanta conversa viraram o juízo a muitos por causa do dinheiro com as ideias de grande turismo Onde anda esse grande Turismo  .tudo  isso era desculpa de mau pagador porque quando elas eram bonitas,ai é que havia menos água e elas ali produziam.Na Camacha também produzia  muita uva,e ainda hoje  muito agricultor luta para ter o seu bocado de vinha,uns tem o seu vinho mas não pode sair da própria    Ilha.                                I
                                  A uva de Porto Santo!
                                  dá o sumo muito doce,
                                  uns gostam dele seco.
                                 Outros gostam do mais doce.


Bom Dia Amigos

A Restauração da Independência é a designação dada ao golpe de estado revolucionário ocorrido a 1 de dezembro de 1640, chefiado por um grupo designado de Os Quarenta Conjurados e que se alastrou por todo o Reino, pela revolta dos portugueses contra a tentativa da anulação da independência do Reino de Portugal pela governação da Dinastia filipina castelhana, e que vem a culminar com a instauração da 4.ª Dinastia Portuguesa - a casa de Bragança - com a aclamação de D. João IV.