Falar da minha Terra Natal Por favor deixe seus comentários

terça-feira, 28 de abril de 2015

Estradas da Ilha de Porto Santo.

Uma ilha com uma praia,com 9 km de areia,e com poucas estradas que se encontra assim ,se nota a boa organização.Por pequenas estradas se nota que muita coisa precisa ser limpa nesta ILHA.


terça-feira, 21 de abril de 2015

Sementes

Vamos lançar a semente!
nesta  Terra que é nossa
sementes de muito amor.
Para que não haja dor.
II
Para que não haja dor,
nesse cantinho dourado
que ao deitar a semente.
Fique tudo semeado.

f.d.f.

Invisíveis

Não são os políticos os que governam o mundo. Os lugares de poder, além de serem supranacionais, multinacionais, são invisíveis.
Os homens trazem em si a crueldade. Não devemos esquecer-nos disso, devemos ter cuidado. É preciso defender a possibilidade de criar e defender esse espaço de consciência, de lucidez. Essa é a nossa pequenina esperança.
II
Estabeleceu-se e orientou-se uma tendência para a preguiça intelectual e nessa tendência os meios de comunicação têm uma responsabilidade.
III
Há sempre um zarolho ou um esperto que nos governa.
IV
Vivemos num sistema de mentiras organizadas, entrelaçadas umas nas outras. E o milagre é que, apesar de tudo, consigamos construir as nossas pequenas verdades, com as quais vivemos, e das quais vivemos.

Estou a cair.

“Sete pecados sociais: política sem princípios, riqueza sem trabalho, prazer sem consciência, conhecimento sem caráter, comércio sem moralidade, ciência sem humanidade e culto sem sacrifício.” Anos e anos a trabalhar,sempre mal estimado.
―Mahatma Gandhi

sábado, 18 de abril de 2015

Solidão


Quem me acode,quem acode!
da cabeça ao coração,
no sofrimento e na dor.
Na angustia e solidão.
Na angustia e solidão
vou seguir a escrever,
pois hoje estou melhor.
Com força para viver.
Com força para viver,
com força para escrever
pois temos que esquecer.
Não vale a pena sofrer.f.d.f.

Vida e Costumes

Vida e costumes em Porto Santo,no meu tempo ainda cheguei a ver este costume,agora será mais moderno.Espero que não deixem esquecer a tradição de outros tempos.
A hora de recolher era às Ave-Marias,fora das povoações urbanas;servia-se a última refeição do dia que era a ceia,para os que tinha outros muitas vezes iam para a cama sem ela.Dizia Alexandre Herculano,neste capítulo da ceia ,reza que deve ser comida sem sol,sem luz e sem moscas,momento fugitivo do expirar do dia».Se fazia silêncio e suspensão de vida social às 21 horas da noite .Mas muitos não faziam essa recolha para deitar-se cedo mas sim para seroar no cavaco até altas horas da noite, de inverno e de verão,me recordo de meu tio Alberto que era padeiro e sai do seroar direto para o trabalho.Ao som deste cavaquinho.

terça-feira, 7 de abril de 2015

Ando

Eu ando por aqui a defender a minha Ilha que é Porto Santo,mas digo a Madeira mudou e muito,andei no Funchal num domingo de manhã e o único sitio para entrar era a SÉ com Missa,o Apolo como café aberto ,o resto tudo fechado,e saldos de 80%,uma loja de gelado aberta,o café do Mercado tudo isto feito a pé,taxistas parados a conversar da vida,e eu a ver e pensava Madeira quem te viu e quem te vê fiquei triste.e mais vou contar .Podem dizer ela escreve isto era domingo,sim era,mas sempre conheci a Madeira a vender seus bordados,e suas lembranças aos turistas ao domingo,podiam não estar todos abertos,mas pelo menos uma loja sim,como estava a do Chinês.O que notei é que os senhores dos Hotéis o ganham todo,jipes cheios de turistas a darem a dar a volta a Ilha e os taxistas sem ninguém digo fiquei triste,falo da minha terra,mas ela me dá o passeio pela praia e o prazer de andar com os pés dentro de água livres.No caís grandes Homens a tentar fazer sua vida,tentando levar o turista a dar a volta no lindo barco Catamarã.Só digo senhor Albuquerque seja um bom Governante,Ame aquilo onde nasceu.Eu sempre gostei muito de observar e o que vi em pouco tempo foi suficiente.Ficamos triste quando se fala,com alguém que têm seu pequeno Hotel aberto,e nos diz sabe que a unica regalia que tenho,é ir ao cinema,e tomar um café.O resto vai tudo para impostos e despesas.Esta me estava atravessada e tive que escrever,vi aquela Avenida e nada me disse,Pois o luxo nunca me disse nada.Para comer uma espetada túneis e túneis até lá chegar lolo.felizarda.

segunda-feira, 6 de abril de 2015

Para escrever algo assim melhor não escrever nada.

Porto Santo
Cultura---Artesanato.
A partir de tenros palmitos (folhas de palmeira), concebem-se diversos utensílios. Entre eles, vários tipos de chapéus, carteiras, cintos, forros para copos e garrafas. Bastante procurados são os palmitos bordados, uma espécie de ramo muito utilizado na Procissão de Domingo de Ramos.
Estes são, de resto, artigos muito procurados pelas pessoas que visitam a ilha.Será que esta informação nada mais têm a dizer,sobre quem faz este trabalho.tirei isto que deve pertencer C.M.de Porto Santo,lolo.Quando mais procura mais curiosa fico.Foi escrito com muita pressa era hora de saída.Onde anda a foto desta Senhora,e as coisas que ela faz,só faz essa trancinha .

O Bolo do Caco tradição em Porto Santo

O Famoso bolo
O Bolo do caco, é um bolo de origem Árabe trazido para Porto Santo pelo antigos colonos. Eu me recordo em miúda ver esse bolo ser feito num gênero de chapa de ferro própria ,colocada em cima de uma trempe de 3 pés. Essa chapa antes de colocar a massa era muito bem aquecida ,e passavam um pano com um pouco de azeite para limpar e ver se tinha a boa temperatura para colocar a massa. Depois de o bolo cozido na chapa era colocado ao lado da trempe para acabar de cozer. .Afastando algumas brasas para não queimar de roda do bolo,esse bolo era o pão de cada dia dos Habitantes de Porto Santo, Além do pão das Padarias . Pois nem todos os Habitantes de Porto Santo iam comprar o pão e assim faziam em casa o bolo do caco,e também o pão.Com o evoluir dos tempos esse bolo se tornou famoso pois ele com manteiga e quente é muito saboroso. Me lembro da minha tia Jesuína amassar essa massa que só levava,farinha onde abria com a mão um pouquinho e colocava dentro o sal,o fermento de padeiro e deitava água quente e ia misturando bem transformando em massa.Depois de bem amassado ficava essa massa abafada de um dia para outro. Além de haver outras formas de fazer este bolo, aqui vos coloco uma receita , esta receita é a tradição madeirense .O de Porto Santo é só fermento , farinha sal, e muito bem amassado e muito bem cozido porque como leva o fermento de Padeiro faz muito mal ao estômago ! e dois dias depois cheio de bolorento.
Massa:
½ kg de batata doce
Sal grosso a gosto
50 g de fermento fresco
2 kg de farinha de trigo
Água, quantidade suficiente
Manteiga de alho:
50 g de manteiga amolecida
4 dentes de alhos picados
Salsa picada a gosto esta maneira de fazer esta receita já é na nossa Ilha da Madeira Massa: cozinhe a batata doce em uma panela com água até ficar bem macia. Com auxílio de um garfo, amasse a batata e reserve.
Dissolva o sal grosso no caldo de cozimento da batata (cerca de 1 litro) e reserve.
Em um recipiente, misture bem a batata, o caldo de cozimento com sal e o fermento fresco. Aos poucos, incorpore a farinha de trigo (reserve 2 xícaras de chá de farinha). Acrescente a quantidade de água necessária. O ponto da massa é bem mais mole do que a do pão tradicional, ela deve ainda grudar no dedo. Deixe descansar por 20 minutos.
Divida a massa em bolas e passe-as na farinha de trigo reservada, para não ficar grudando. Achate-as de modo a formar um disco com cerca de 3 cm de altura e um palmo de diâmetro. Disponha o disco sobre o caco (pedra de basalto), pré-aquecido durante 1 hora, e deixe cozinhar por cerca de 10 minutos (5 minutos de cada lado).Felizarda Drumond Faustino.

O Bolo do Caco , o pão do Povo Hebreu que antigamente era cozido em cinzas a que alude ,no Antigo Testamento ,o Livro dos Reis e foi chamado pelos Celtas como o companheiro inseparável de viagens e romarias tão popular .Por isso deve ser um bolo Mundial se era o companheiro inseparável de viagens .Em Porto Santo era feito com fermento de padeiro e depois se fazia um acrescento para outras massas mas nem todos comiam era só para quem podia,pois nem todos comiam o bolo do caco ,alguns mais pobres comiam escarpiada e com milho moído na própria casa.O bolo do caco dava a volta de roda do fogo encostado há trempe para cozer de volta e lhe dar melhor sabor ficava torradinho..Na madeira com batata doce foi tradição da madeira cada terra tem seu uso.E nesta entrevista a primeira Senhora que falou foi a melhor correta,além de dizer que não tinham mudado de roupa. A Senhora Aida parece que a conheço.Bem AJA.O Nome que lhe davam os antigos era subcinirício. se refere ao que esteve debaixo da cinza.


 Estas são cor branca mas as que conheci no Porto era de cor cinza  era uma Mó manual que moia  o milho e trigo como o Moinho.

Olaria de Porto Santo

Olaria na Ilha de Porto Santo.
Começando por falar um pouquinho,antes de ter saído da Ilha já há 41 anos, a única que sempre conheci era feita por meu tio José do Espírito Santo morador no Campo de Baixo,pois ele fazia um gênero de olaria em barro a imitar o povo no seu dia a dia,e animais um pouco de tudo,onde algumas pessoas faziam suas encomendas para colocar no seu presépio pela altura do Natal,hoje continua a fazer para se distrair um pouco, com outro gênero de terracota que compra.Pois antes fazia com a própria terra da Ilha que ia buscar ao Sítio da Serra e ele próprio a preparava.Mais tarde quando foi de visita conheci outro senhor José Vasconcelos,que penso ser da Camacha onde ele tinha coisas muito lindas feitas por ele.Falo tudo isto porque vejo que pouca importância deram ao Oleiro da Ilha e vejo já misturas em blogs por aqui junto com o Oleiro com coisas do Brasil o que acho muito mal,e também pouca informação sobre esses oleiros.No meu ver deram muito pouco valor as esses dois Oleiros,como quase tudo.felizarda.
Barro
A olaria é outra das atividades com larga tradição na nossa ilha. A argila cinzenta e macia, que, outrora, servia de matéria prima para as pequenas figuras que ornamentavam os presépios, era recolhida na Serra de Fora.

Atualmente, esta arte pode ser observada “in loco” num Atelier situado no centro da cidade, onde um conhecido artesão molda, diariamente, o barro, concebendo peças decorativas e diversos utensílios.


sábado, 4 de abril de 2015

Porto Santo

Porto Santo ---Tem por cabeça do único Concelho e capital da Ilha,a Vila que é hoje Cidade Baleira,toponímico histórico do tempo da descoberta e citado pelos cronistas,mas decaída em desuso por força da expressão genérica«Cidade do Porto Santo»,Está voltada ao Sul,assente planura,base,por assim dizer,do Pico do Castelo que a domina em fundo,aguçado em cone,orgulhoso e pimpão da sua eriçada coma de vegetação luxuriante que agita como troféu de vitória sobre uma paisagem de aridez secular.Descem suas faldas rapidamente da cota de 438 para 275 m,espreguiçando-se para baixo com lassidão até abeira-mar,sobre terreno de levantamento e erosão deitou-se e adormeceu na Cidade Baleira que começa a despertar para o progresso duma redescoberta

É todavia a mais espaçosa e arruada do arquipélago,aberta com largos horizontes aos quatro pontos cardiais,lavada a sol descoberto,varrida de brisa constante e fagueira,desafogada,limpa e alegre como nenhuma outra da Madeira.

É debruada a ouro por uma extensa praia de areia,que o mar,num amplexo de mansidão e carinho,estreita entre os ilhéus da Cal e do Farol.

O primitivo termo desta Vila,hoje Cidade Baleira«era limitado de Oeste,a subir o Ribeiro da Fontinha,que fizeram coisas muito lindas nesse Ribeiro,onde uma casa quase foi feita dentro dele,um pouco mais a frente um Hotel,que foi feito no terreno da Fábrica ,pois esse ribeiro hoje está muito mais estreito,onde não sei quem autoriza essas ideias,de mexerem onde não devem,que vinha correndo de Norte pelas Lombas,Matas e Arrifes,galgando a Ribeira da Cidade que também têm outra casa lá dentro,tudo coisas aprovadas como lhes dão na ideia,que ia abraçar os Salões e vir de novo ao Mar pelo Ribeiro de Santo António»Modernamente circunscreve-se um pouco fora dos 
destes limites,desenvolvendo-se porém e urbanização dentro do seu antigo lugar,e sempre aconchegada à igreja matriz,no centro da povoação.

Junto desta,o Largo do Pelourinho.A Largo também lhe chama Passeio o povo,por fazer dele termo de espairecimento, estância de madureza e recreio,sob copadas palmeiras e em bancos públicos de espaldar,aos domingos e dias santos de todo o ano,e diariamente salão de visitas e serões durante o estio,posto de observação de modas e pessoas estranhas,passagem dos modelos e figurinos locais,recanto de tertúlias,convivência e cavaco com veraneantes e forasteiros.

À sombra dos Paços do Concelho,a Domus Municipais,como queria o Rei D.Manuel I.Chamamos-lhe Domus Municipalis porque afeta características históricas e peculiares da casa romana.

Sede dos seus municípios,pois é armada em base quadrilongo com andar nobre dum só salão,como as do tipo ainda existente Portugal,desde o século XVI,embora não apoiada em arcaria, mas afeiçoada em parte ao mesmo estilo.Dão-lhe acesso exterior dois laços de escada,duplicados,à antiga portuguesa,desfigurando no entanto o frontispício o acrescentamento duma dependência no lado esquerdo,adaptada a secretaria,enquanto o camartelo do bom senso e da mais elementar estética não repudiar aquela afronta destruindo a janela e sua quadra.Orna-lhe o portal de arco romano o escudo português encimado pela coroa real do monarca vigente ao tempo da edificação.Onde este símbolo monárquico sofreu o impulso da refrega revolucionária de 1910.Não o destruíram como aos demais da Madeira,mas voltaram-lhe a coroa ao contrário.
De cuja posição a tirou o 1º Tenente Joaquim Pinto Pinheiro primeiro presidente da Câmara com a Revolução Nacional.O farol de Município obteve-o o Porto Santo poucos anos depois da carta de Doação da Donataria de Bartolomeu Perestrelo,primeiro do nome dada a 1 de Novembro de 1446.Foi elevado a Provedoria Administrativa em 1834 e a Concelho em 1885.Por parecer do Marquês de São Paio,modificaram-se as armas,bandeira e selo do Município a 27 de Fevereiro de 1946,com estas peças e símbolos.

Armas ---- De prata com o dragoeiro de verde cor natural,firmando em monte de areia de sua cor,tudo assente em contra-chefe ondado de três peças de verde e prata.Coroa mural de quatro torres de prata.
Bandeira---De verde,cordão e borlas de prata e de verde.Listel de prata com as palavras«Porto Santo» em caracteres de negro.Haste e lança douradas.Selo ----Redondo,tendo no centro as peças do escudo sem indicação dos esmaltes e à volta,entre círculos concêntricos,as palavras«Câmara Municipal do Porto Santo»És o simbolo da linda Bandeira de Porto Santo,que tenho certeza muitos nem saber.Peço desculpa mas como tudo em Porto Santo até sua Bandeira não se encontra em tamanho natural,estou farta de procurar.Tenho vergonha de colocar esta miniatura .